Desarrollo participativo en la sociedad cubana actual: repensando los gobiernos municipales como principal actor para el desarrollo, desde un estudio de caso

Hans Carrillo Guach

Resumo


RESUMEN
En Cuba subsiste un notable consenso relativo a la necesidad de agilizar un desarrollo cada vez más participativo a nivel municipal, acorde con las emergentes intenciones estatales de movilizar las capacidades y la descentralización de los gobiernos municipales, como bien se refleja en los lineamientos de la nueva política económica y social del país. Sin embargo, con el propósito de asistir a la implementación de estos lineamientos, aún se consideran insuficientes los estudios que apuntan a analizar los diversos factores, ya sean estructurales, subjetivos y/o prácticos, sobre los cuales se configuran los procesos de participación, especialmente en el ámbito institucional local. En relación con tales argumentos, el artículo que se presenta ofrece un análisis acerca de la manera en que, desde una perspectiva estructural, los gobiernos municipales en Cuba se configuran con un carácter participativo (activo o pasivo), para promover el desarrollo a escala local. Para ello, desde el punto de vista epistemológico, se acude a varios conceptos de la teoría de Pierre Bourdieu, lo que justifica considerar, como algunos de los componentes estructurales a analizar, no sólo las reglas y los procedimientos legales y tácitos que definen las posiciones de las instituciones y los actores que conforman los gobiernos municipales, así como los recursos o capitales efectivos reconocidos para el ejercicio de la participación,; sino la utilización de una metodología básicamente cualitativa y de métodos empíricos como el análisis de contenido y la entrevista en profundidad.

PALABRAS CLAVES: Desarrollo participativo. Gobiernos locales. Sistema de interrelaciones.


RESUMO
Em Cuba, ainda há um notável consenso sobre a necessidade de acelerar um desenvolvimento cada vez mais participativo a nível municipal, em consonância com as emergentes intenções do governo para mobilizar as competências e descentralização dos governos locais, como está bem patente nas orientações da nova política de desenvolvimento econômico e social do pai. No entanto, com a intenção de auxiliar a implementação dessas diretrizes, todavia são considerados insuficientes os estudos que precisam analisar os diversos fatores, seja estrutural, subjetiva e/ou prático, sobre os quais são configurados os processos participativos, especialmente no nível institucional local. Por tais argumentos, o presente artigo propõe uma análise de como, a partir de uma perspectiva estrutural, os governos locais em Cuba é configurado com um caráter participativo (ativo ou passivo) na promoção do desenvolvimento local. Para fazer isso, do ponto de vista epistemológico, voltamo-nos para vários conceitos da teoria de Pierre Bourdieu, justificando, como alguns dos componentes estruturais a serem analisados, não só considerar as regras e procedimentos legais e tácitos que definem as posições das instituições e atores que inteiram os governos municipais, também os recursos ou capitais eficazes ou reconhecidos pra exercer a participação, e a utilização de uma metodologia essencialmente qualitativa e métodos empíricos como análise de conteúdo e entrevista em profundidade.

PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento participativo. Governos locais. Sistema de interrelações.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.
 |  Incluir comentário

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia