A Favor do Bem Cultural

Joaquim de Arruda Falcão

Resumo


RESUMO
A preservação do patrimônio histórico e artístico nacional fundamentava-se na ação centralizada ao nível federal e voltava-se para a preservação do monumento. Atualmente, a centralização federal cede lugar à descentralização estadual e municipal, preservando-se tanto a cultura consolidada no ato-monumento, quanto a que vive do ato-cotidiano da nosso povo. A descentralização caminha do Estado em favor da sociedade civil e cabe a esta desenvolver a cultura e preservar a identidade cultural. O dilema da identidade cultural começa a ser resolvido com uma reflexão sobre o conceito de patrimônio histórico e artístico. O bem a preservar não é exclusivo da cultura de um grupo, de uma classe, ou etnia, sem privilégios nem exclusões de determinados grupos de classes sociais, muito menos o reforço de uma etnia em detrimento das outras. A preservação cultural não é ação diletante, iluminada e elitista mas ação integrada ao processo econômico de um país.

ABSTRACT
In Favour of the Cultural Whealth. v. 10, n.1, p.13-17, jan./jun. 1982.
The preservation of the historical artistical and national patrimony, was based in the centralized action in the federal level and was turned to the preservation of monuments. In nowadays the federal centralization gives place to the state and municipal decentralization, being preserved both the culture consolidated in the act-monument and that one that lives of the act-day to day life of our people. The decentralization comes from the State in favour of the civil society and it is under its responsibility to develop culture and preserve the cultural identity. The dilemma of the cultural identity begins to be solved with a thought about the concept of historical and artistical patrimony. The wealth to be preserved doesn't belong exclusively to the culture of a group, of a class or race, without privileges or exceptions of determined groups of social classes, much less the reinforcement of a race to the detriment to the others. The cultural preservation is not diletante and elitist action but an integrated action to the economic process of a country.

RÉSUMÉ
En faveur du bien culturel. v.10, n.1, p.13-17, jan./jun. 1982.
La préservation du patrimoïne national historique et artistique était fondée sur l’action centralisée de l’Etat et se tournait vers la préservation des monuments. Aujourd’hui, la centralisation du pouvoir central cède espace à la décentralisation de l’Etat et de la municipalité en préservant aussi bien la culture consolidée dans l’acte-monument, que celle qui vit de l’acte-quotidien de notre peuple. La décentralisation va de l’Etat vers la société civile et c’est à celle-ci de développer la culture et préserver l’identité culturelle. Le dilemme de l’identité culturelle est en train d’être résolu par une réflexion sur le concept de patrimoïne historique et artistique. Le bien culturel à être préservé n’est pas exclusif de la culture d’un groupe, d’une classe ou d’une ethnie sans privilèges ni exclusions de certains groupes de classes sociales; bien moins la force d’une ethnie au détriment des autres. La préservation culturelle n’est pas une action dilettante, illuminée et élitiste, mais une action intégrée dans le processus économique d’un pays.

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