Nordeste

Manuel Bandeira

Resumo


RESUMO
Artigo publicado em 22 de junho de 1937 e aqui transcrito da antologia de prosa do autor de Andorinha, Andorinha organizado por Carlos Drummond de Andrade (Rio de Janeiro, J. Olympio, 1966). Este livro constitui uma novidade na obra do Sociólogo Gilberto Freyre. Estudo ecológico em que se analisa o homem, em suas relações com a terra, o nativo, as águas, as plantas e os animais. O livro conclui que a civilização do açúcar, patológica em todos os sentidos, sobretudo por tornar o homem, o homem do povo, um desajustado, um ser terrivelmente isolado, foi contudo mais criadora de valores políticos, estéticos, intelectuais do que outras civilizações – a pastoril, a das minas, a do café – civilizações mais saudáveis, mais democráticas, mais equilibradas quanto à distribuição da riqueza e bens.

ABSTRACT
Northeast. v. 8, n. 1, p. 23-25, jan./jun. 1980.
Article published in Jun 22 nd, 1937 transcribed in here from the prose anthology of the Author entitled Andorinha, Andorinha organized by Carlos Drummond de Andrade (Rio de Janeiro, J. Olympio, 1966). This book is a novelty in the work of Gilberto Freyre the Sociologist. It is an ecological study where the man in his relations with the land, the native man, the waters, the plants and the animais are analyzed. The writer comes to the conclusion that the sugar civilization which is pathological in all points of view, above all because it transforms the man into a cracked up one a terribly isolated man. But the sugar civilization was more creator of political esthetic and intellectual values than other civilizations that of the "pastoril" (country), that of the mine, that of the coffee – more healthful, more democratic, more balanced in relation to the distribution of the wealth and belongings.

RÉSUMÉ.
Terres du Sucre. v. 8, n. 1, p. 23-25, jan., /jun., ,1980.
Article publié le 22 juin 1937 et ici transcrit de l’anthologie en prose de l’auteur de Andorinha, Andorinha (Hirondelle, Hirondelle), organisé par Carlos Drummond de Andrade (Rio de Janeiro, J. Olympio, 1966). Ce livre est une innovation dans l’óeuvre du sociologue Gilberto Freyre. Étude écologique où il fait l’analyse de l’homme dans son rapport avec la terre, le natif, l’eau, les végétaux et les animaux. Le livre nous dit que la civilisation du sucre, pathologique en tous les sens, surtout en rendant l’homme, l’homme du peuple, en un être désemparé, fut cependant plus créatrice de valeurs politiques, esthétiques et intelectuelles que d’autres civilisations – champêtres, celle des mines, celle du café – civilisations plus salutaires, plus démocratiques, plus équilibrées en ce que concerne la distribuition de la richesse et des biens.

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