O euro-tropicalista Joaquim Nabuco

Francisco de Assis Barbosa

Resumo


RESUMO
Comentário biográfico de obras literárias que retratam a exaltação na natureza tropical, onde o sentimento de brasilidade e nativismo do escritor exalta cenas de uma infância marcada pela nostalgia da escravidão infantil que lhe marcaram profundamente, e que será o ponto de partida para uma luta em favor dos ideais de justiça social e democracia. O engenho Massangana simbolisa as primeiras relações com os escravos, a vida de engenho, o barulho dos canaviais, o pôr do sol, o selvático. O sentido nacionalista surgido desse princípio incentivou a imperiosa necessidade de extirpar o escravismo, a exploração do homem pelo homem, sendo a escravidão vista como uma vergonha nacional, um crime social.

ABSTRACT
The eurotropicalist Joaquim Nabuco. v. 5, n. 2, p. 155-173, jul./dez. 1977.
Biographic commentary of literary works which portray the exaltation of tropical nature, where the felling of nationality and nativism of the writer, exalts scenes of a childhood distinguished by homessickness of the children slavery fact that marked profoundly the writer and so will be the point of starting a struggle in favour of ideals of social justice and democracy. The Massangana farm represents the first relationship with the slaves, the country life, the noise of sugar cane plantation, the sunset, the wild. The nationalist sense which appeared from this principle, stimulated the imperative necessity of destroying the slavery, the exploration of man by man, being seen the slavery as a national shame, a social crime.

RESUMÉ
L’euro-tropicaliste Joaquim Nabuco. v. 5, n. 2, p. 155-173, jul./dez. 1977.
Commentaire biographique des oeuvres littéraires qui retracent l’exaltation de la nature tropicale, où le sentiment de “brésilienneté” et de nativisme de l’écrivain fait ressortir des scènes qui l’ont profondément marqué pendant son enfance, et qui sont devenues le point de départ d’une lutte en faveur des idéaux de justice sociale et de démocratie. L’ ”engenho” Massangana symbolise les premières relations avec les esclaves, la vie d’un “engenho”, le bruit de la canne à sucre, le coucher du soleil, le sauvage. Le sens nationaliste apparu dès le début a augmenté la nécessité d’extirper l’esclavage, l’exploitation de l’homme par l’homme, l’esclavage étant vu comme une honte nationale, un crime social.

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