Dona Santa, rainha do maracatu: memória e identidade no Recife

Autores

  • Isabel Cristina Martins Guillen

Resumo

Mais do que reminiscências de uma época passada, a historia dos maracatus-nação e daqueles que os fizeram nos fornecem indícios da dinâmica social das comunidades de afro-descendentes, das redes sociais que suportaram as praticas culturais, das negociações entabuladas com as elites como estratégias de sobrevivência e definição de identidades. Ao transitarmos entre práticas e representações em torno da historia dos maracatus-nação e dos terreiros de xangô e jurema, objetivamos pensar como Dona Santa se construiu como rainha, firmando-se come autoridade religiosa e política na sua comunidade, e foi construída historicamente como símbolo máximo da cultura afro-descendente no Recife. Palavras-chave: maracatu, cultura popular, mediadores culturais More than reminiscences of a passed time, the history of the maracatus-nation and those who made them offer indications of the social dynamics of the communities of afro-descendants, the social networks that supported cultural practices, the negotiations conducted with the elites as strategies of survival and definition of identities. When transiting between practices and representations around the history of the maracatus-nation and the places of fetishism of xango and jurema, we objectify to think how Dona Santa has constructed herself as a queen, firming herself as religious and political authority in its community, and was constructed historically as symbol of the afro-descendant culture in Recife. Key-words: maracatu, popular culture, cultural mediators

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Publicado

06/14/2011

Como Citar

Guillen, I. C. M. (2011). Dona Santa, rainha do maracatu: memória e identidade no Recife. Cadernos De Estudos Sociais, 22(1). Recuperado de https://fundaj.emnuvens.com.br/CAD/article/view/1359

Edição

Seção

Artigos - número 2